Candidato a federal registrado, Marquinho Bacellar reforça compromisso com o União Brasil
Vereador e ex-presidente da Câmara de Campos, Marquinho Bacellar teve a sua candidatura a deputado federal registrada na Justiça Eleitoral pelo União Brasil. Como ainda não houve a confirmação oficial da candidatura por parte dele, muitas especulações rodaram nos bastidores. Um vídeo (veja abaixo) publicado por Marquinho nas redes sociais, ao lado do presidente nacional do seu partido, Antônio Rueda, nesta terça-feira (11), dá sinais de que ele realmente estará na corrida:
— Amigos, estou aqui hoje na capital, na sede do meu partido, União Brasil, com o presidente do meu partido (Antônio Rueda), reforçando o compromisso do nosso partido e do nosso presidente com todo o estado do Rio de Janeiro, em especial com a minha querida cidade de Campos — disse Bacellar.
Rueda, que também vai disputar uma vaga de deputado federal, corroborou as palavras do vereador campista, com candidatura registrada pelo União. “Meu irmão, parabéns! Campos conta contigo, vamos pra frente, vamos para luta e vamos para a vitória, Marquinho”. (matéria continua após o vídeo)
Candidatura registrada

A candidatura de Marquinho Bacellar aparece no sistema DivulgaCand. Confirmada a entrada no tabuleiro, ele vai para a sua terceira disputa eleitoral. Em 2020, foi eleito vereador pela primeira vez, legislatura na qual, mesmo na oposição, chegou à presidência da Casa. Foi reeleito em 2024 e agora aparece como postulante a uma cadeira na Câmara dos Deputados.
Na declaração de bens informada à Justiça Eleitoral, Marquinho apresentou um patrimônio de R$ 827.777,81. A lista inclui imóveis e depósitos bancários. As declarações patrimoniais de todos os candidatos podem ser consultadas no DivulgaCand, da Justiça Eleitoral.
Marquinho é filho do ex-presidente da Câmara Marcos Bacellar e irmão de Rodrigo Bacellar, ex-presidente da Alerj, preso sob a acusação de vazar informações sigilosas da operação que mirava TH Joias.
Em tempo — Apesar de constarem no sistema, todos os pedidos de registro ainda serão julgados pela Justiça Eleitoral. O fato de o candidato já aparecer como “concorrendo” também não autoriza, ainda, o início da campanha eleitoral. A propaganda só começa no dia 16 de agosto, um dia após o prazo para que todos os partidos registrem seus candidatos aprovados em convenção.

