Vereadores entre os alvos de operação contra suposta fraude no transporte escolar da rede estadual em Campos

Vereadores entre os alvos de operação contra suposta fraude no transporte escolar da rede estadual em Campos
  • Publishednovembro 9, 2023

A Polícia Federal e o Ministério Público do Rio de Janeiro iniciaram nesta quinta-feira (09) uma operação contra supostas fraudes em contratos de transporte escolar, da Secretaria Estadual de Educação, em Campos. Segundo o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), entre os investigados estão servidores ligados à Secretaria Estadual de Educação, os vereadores de Campos Maicon cruz (sem partido) e Marquinho do Transporte (PDT), além de empresários. A PF, inclusive, esteve na Câmara de Campos.

A Justiça também determinou a suspensão de todos os contratos firmados pela Secretaria Estadual de Educação com quatro empresas. Uma nova licitação deverá ser feita. Até lá, firmas contratadas antes dessas quatro assumirão provisoriamente o serviço.

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De acordo com o portal G1, os alvos da operação são: os vereadores Marquinho do Transporte e Maicon Cruz; Neide Mara Gomes Palmeira, coordenadora da Diretoria Regional Administrativa da Educação do Norte Fluminense; e as empresas WD Empreendimentos Comerciais e Serviços Eireli; ML dos Santos Comércio Serviços Eireli; MA Souza Transportes e Empreendimentos Ltda; Prozul Serviços de Construções Ltda, além de empresários da cidade.

Agentes saíram para cumprir 14 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 3ª Vara Criminal de Campos. Não há mandados de prisão.

O blog tenta contato com a assessoria dos vereadores citados.

Denúncia

Em julho do ano passado, um grupo de empresários do ramo de transporte apresentou uma denúncia de possível fraude em processo licitatório para transporte escolar da rede estadual. Segundo os empresários, a licitação foi feita sem publicidade adequada e a empresa vencedora teria tido informações privilegiadas de dois vereadores de Campos para ganharem o processo. À época, a denúncia foi protocolada no Ministério Público.

Com informações do G1

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